sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Com Quem Me Casarei?


por
O. Palmer Robertson

Em algumas culturas atuais, o casamento é visto como algo de gerações passadas. Pais e avós podem ter se casado, mas as pessoas não querem mais se preocupar com o casamento. Se os costumes atuais da sociedade não fazem mais tal exigência, então, para que se incomodar com isto?
Já outras culturas vêem o casamento como algo quase que necessário para a vida, particularmente para as mulheres. A própria sobrevivência delas está atrelada ao fato de serem casadas.
Em quaisquer dos casos, muitas questões têm sido feitas pelo mundo moderno a respeito do casamento. Considere, pois, algumas perguntas sobre o assunto e o posicionamento das Escrituras sobre este tema.
  1) 0 que é o casamento?
Se uma pessoa está pensando em se casar, ela precisa ter algumas idéias sobre aquilo com que ela está se envolvendo. Então, o que é mesmo o casamento?
Algumas pessoas considerariam o casamento como um contrato de conveniência pessoal. Se este contrato se adequa ao gosto do casal ou faz com que as aspirações do mesmo progridam, então é bom que haja o casamento. Mas se esta for a visão adotada, o resultado será desapontamento ou desastre. No momento em que o casamento se tornar um empecilho para uma das partes ou para o casal, existirá razão suficiente para que este laço sagrado seja desfeito. Em algumas culturas, se a esposa não cozinha bem, o marido se acha no direito de pedir o divórcio e tudo está assim acabado. Em outras culturas, se uma mulher encontra um outro homem mais atencioso, ela pode facilmente terminar o seu casamento.
Mas as pessoas ficam profundamente magoadas quando um relacionamento se desfaz, mesmo que seja um “casamento de conveniência”. Há algo sobre a união de duas pessoas que gera, cria interconexões de corpos e almas, e sociedades que não podem ser facilmente dissolvidas. As crianças nascidas de um casamento naturalmente se identificam com o “pai” e a “mãe”, de forma que ninguém mais pode ocupar estes lugares.
Há ainda outra resposta para a pergunta inicial, “O que é o Casamento?”. O casamento é um laço entre duas pessoas, misterioso e ordenado por Deus, que não deveria jamais ser quebrado enquanto as duas pessoas viverem. Há algo sobre a união física, os compromissos sociais e a vinculação dessas duas almas que desafia uma simples separação. O casamento é uma maravilha, um mistério, uma beleza que apenas o Deus Criador poderia ter desenhado, e ninguém deveria separar aquilo que Deus uniu (Mateus 19:6).
Mas, e se um casamento vier a se dissolver? Se você tem alguma culpa, confesse isto para Deus com espírito de verdadeiro arrependimento. Suplique o perdão com base na morte sacrificial do Filho de Deus pelos pecadores. Se você é a parte inocente, olhe para Deus como o seu Pai celestial que providencia o conforto e o cuidado para todos aqueles que são os seus filhos. Uma segunda questão naturalmente surge...

2) Por que eu deveria casar?

Se uma pessoa nunca pode sair de um casamento que contraiu, por que correr o risco de entrar no casamento? Não seria mais seguro permanecer solteiro; descomprometido, livre dos laços inquebráveis do casamento? Por que não apenas desfrutar de relacionamentos que naturalmente chegarão ao fim algum dia e manter-se descomprometido das intenções de longo prazo? Desta forma a separação não machucará tanto, principalmente quando ela vem eventualmente.
O raciocínio da falta de fé ou incredulidade segue exatamente a mesma linha. Mesmo os discípulos de Jesus expressaram sérias reservas quanto ao casamento (Mateus 19:10). Se você não tem fé nas boas novas de que Jesus pode redimir, reconciliar e reformar pecadores egoístas como você e seu possível cônjuge, então pode muito bem concluir que você nunca deveria se casar. O risco é grande demais. E a alternativa de liberdade pessoal é bastante atraente.
Mas não se engane em pensar que qualquer coisa pode substituir os duradouros compromissos inerentes ao casamento. Não se entregue a intimidade sexual fora de tais compromissos, pois eles são necessários para um apropriado vínculo de corpo e alma. A ordem do dia é a de que pessoas têm o direito de “viver juntas” e depois ir embora ao bel-prazer, sem que obrigações duradouras existam. Entretanto, aos olhos de Deus, a união de duas pessoas é sagrada e requer a permanência ou estabilidade de compromissos.
A despeito do escárnio da era pós­moderna, o soberano Deus Criador ainda considera que pessoas que estão engajadas em práticas sexuais ilícitas estão vivendo em fornicação. E tanto os indivíduos como as nações devem se arrepender desta prática.
Uma resposta mais positiva a esta segunda questão, “Por que eu deveria casar?” merece a sua consideração. Esta outra resposta remonta às raízes da existência humana. Deus, de forma intencional, fez o homem de maneira que não seria bom que ele estivesse sozinho (Gênesis 2:18). Deus criou o homem completo, mas viu que ele precisaria de uma companheira, uma ajudadora, uma esposa com quem pudesse compartilhar toda a sua vida. O Criador desenhou o homem e a mulher para o casamento.
Por esta razão você pode sim “correr o risco”. Vá em frente e se case!
É claro que há legítimas exceções para o celibato dentro deste princípio básico. A primeira é que o homem foi originalmente formado sem que ele tivesse uma esposa. Quanto tempo ele passou na condição de solteiro não nos é dito. Mas um ser humano pode viver muito bem sem estar casado. Homem e mulher são capazes de ter vidas profundamente realizadas ainda que na condição de solteiros. Na verdade, praticamente quase todo mundo passa anos significativos de suas vidas adultas sem estar casados.
Mas Deus fez homem e mulher para que, na maioria dos casos, eles se casassem. Não há melhor explicação a ser oferecida para este fenômeno universal que é o casamento. Tanto para o bem estar das pessoas, quanto para os propósitos do Criador, as pessoas deveriam se casar. O instinto natural dos seres humanos os conduz nesta direção. Desta forma, a próxima pergunta óbvia é a seguinte...
 
3) Com quem eu deveria casar?
A resposta inicial para esta questão é: case com quem você quer casar! Se as circunstâncias são favoráveis, case com a pessoa de sua escolha. Por que alguém se casaria com uma pessoa com a qual ela não quer casar? Obviamente muitos fatores contribuem para que um casamento se torne possível. A prática cultural exerce um papel vital no casamento. Algumas famílias, tribos, ou grupos sociais achariam difícil ou impossível o casamento com pessoas de certas comunidades. Questões tais como escolaridade, riqueza, idade, saúde, vocação, temperamento e contatos sociais exercerão papel na escolha da pessoa com a qual você vai casar. Mas o princípio básico permanece: case com a pessoa que você quer casar, supondo que todas as circunstâncias sejam favoráveis.
Em situações difíceis, uma pessoa pode se encontrar casada com alguém com a qual não desejaria estar casada. Em algumas culturas, casamentos são encomendados, de forma que os desejos da pessoa não são adequadamente consultados. Em outras situações, pressões diversas podem induzir duas pessoas a se casarem. Quando estas circunstâncias não podem ser evitadas, as pessoas envolvidas devem depositar completa fé em Deus, acreditando que Ele tem a saída para a mais difícil das situações.
Deve-se salientar também que pelos desígnios de Deus todas as pessoas podem estar legitimamente casadas e receberem assim as Suas bênçãos. Por outro lado, pela determinação do soberano e gracioso Deus, algumas pessoas que desejam muito se casar podem jamais vir a encontrar a pessoa certa para elas.
Um princípio, entretanto, deve sempre reger o matrimônio de um cristão. Ele ou ela deve sempre se casar com outro cristão. Um crente não deve jamais se pôr em jugo desigual com um incrédulo. Se as circunstâncias favorecem, case-se com quem você quer casar. Mas se você é nova criatura em Cristo, certifique-se de que está casando com um outro cristão.
Há ainda situações em que um cristão está casado com um incrédulo (1 Coríntios 7:14). Você pode se encontrar nesta situação por ter se convertido a Cristo depois do casamento. Ou talvez seu cônjuge tenha “enganado” você, pois ele parecia ser um verdadeiro cristão quando vocês se casaram. O que fazer agora?
Continue acreditando nas escolhas de Deus para a sua vida. Lembre-se que um cônjuge incrédulo pode vir a se converter por causa do procedimento cristão do outro cônjuge (1 Pedro 3:1). Isto já aconteceu algumas vezes e poderá acontecer novamente. Mas se isso não ocorrer, você ainda pode glorificar a Deus grandemente através de uma vida de fé, dentro deste relacionamento conjugal ordenado por Deus.
Muitos fatores contam na hora da escolha de um cônjuge. Busque o conselho de familiares ou amigos cristãos que lhe conhecem bem. Reflita cuidadosamente em como o casamento contribuirá para que vocês sirvam a Deus mais efetivamente. Faça uma avaliação realística de sua situação financeira e acadêmica. Certamente que o misterioso fator “amor” não deve ser desprezado. Mas lembre-se: o amor pode começar antes do casamento, mas há casos em que ele começa depois do casamento. Qualquer que seja o caso, o cultivo do amor fará com que seu fervor se intensifique ao longo da vida. E agora, a pergunta final pode ser feita...
 
4) E se eu casar?
Primeiro, se você se casar, reconheça que a comunidade em geral tem um legítimo interesse na sua união. De fato, praticamente todas as sociedades reconhecem a existência da coabitação marital. Nestes casos, casais que vivem juntos há certo período de tempo são considerados “casados” pelas autoridades locais. Em nenhum trecho da Bíblia Deus requer uma “cerimônia de casamento”. Ainda assim, o núcleo fundamental da sociedade é encontrado nas unidades familiares. Por esta razão, o casamento não deveria ser visto como algo privado. E o reconhecimento do casamento pelo Estado é algo totalmente apropriado.
É perfeitamente legítimo que pessoas simplesmente se casem na presença de uma autoridade representativa do governo local. Nada na lei de Deus proíbe tal formalidade. Mas na maioria dos casos, o melhor lugar para um cristão se casar é na presença de família e amigos, diante da igreja que é o corpo de Cristo.
Segundo, entrando agora num nível mais pessoal, espere algumas surpresas após o casamento. A pessoa com quem você se casou pode não corresponder as suas expectativas. Mas a bênção de Deus é assegurada a todos aqueles que fielmente seguem as ordenanças de Sua lei, Sua graça e providência. Tempos de provação virão. Desafios surgirão. Mas fique certo de que a pessoa com quem você está casada é a pessoa que Deus planejou que você casasse, apesar das circunstâncias difíceis vivenciadas.
Terceiro, antecipe um enriquecimento ilimitado em sua vida ao se casar. A união de duas pessoas em uma só pode duplicar ou até mesmo triplicar o potencial de realização pessoal dos cônjuges durante o tempo em que, juntos, eles “exploram” o vasto mundo que Deus criou. Interesses diferentes, talentos, dons e diferentes perspectivas sobre a vida só têm a ampliar os horizontes de ambos os cônjuges no casamento. O potencial humano para dar e receber amor possui uma profundidade tal que não pode ser compreendida nesta nossa curta existência.
E mais, é difícil calcularmos a totalidade de bênçãos que um casal pode experimentar em termos do crescimento no conhecimento de Deus o Pai, Deus o Filho e Deus Espírito Santo. Não foi por acidente que Jesus realizou o seu primeiro milagre, a transformação de água em vinho, durante um casamento em Caná da Galiléia (João 2: 1-11). Com este milagre, o Filho de Deus mostrou seu intento de enriquecer o vínculo matrimonial através da bênção ímpar de Sua presença e poder. O casamento terreno revela novas medidas da graça e glória de Deus para aqueles que são feitos um nEle, na medida em que espelha a mais perfeita união de Deus com o seu povo.
Em conclusão, o grande desafio de nossos dias é o de irmos contra a correnteza. Muito do que as sociedades modernas estabelecem hoje vai de encontro ao casamento, nos termos em que ele é ordenado pelo Senhor. Mas pela fé em Deus o Criador e em Cristo o Redentor, as alegrias e bênçãos do casamento podem ser vivenciadas mesmo num mundo que tem se tornado moderno demais.

Sobre o autor:
Dr. O. Palmer Robertson é Professor de Teologia no African Bible College, caixa postal 1028, Lilongwe, Malawi. Professor de Velho Testamento no Knox Theological Seminary, 554 N. Federal Hightivay, Fort Lauderdale, Flórida 33308, EUA.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

ILUSTRAÇÃO - O Fazendeiro e o Carpinteiro


Você realmente crê na sexta palvra de Jesus na Cruz, qundo disse: “Está consumado” ou está se esforçando para acrescentar algo seu mesmo e assim merecer o favor divino?

Há alguns anos atrás, um fazendeiro cristão estava profundamente preocupado com um carpinteiro não salvo.

Ele procurou pôr diante de seu vizinho o evangelho da graça de Deus, e explicar como que a obra completa de Cristo foi suficiente para sua alma nela descansar.

Porém, o carpinteiro persistia na crença de que ele mesmo tem que fazer algo.

Um dia, o fazendeiro pediu a esse para lhe fazer um portão, e quando o portão estava pronto ele o transportou para a sua carroça.
Ele ordenou ao carpinteiro que o visitasse no dia seguinte de manhã e visse o portão quando levantado no campo.

Na hora marcada o carpinteiro chegou e ficou surpreso ao descobrir o fazendeiro lá perto com um afiado machado em sua mão.

“O que você vai fazer?”, ele perguntou. “Vou fazer alguns cortes e dar uns golpes em sua obra”, foi a resposta.

“Mas não há necessidade alguma disso”, respondeu o carpinteiro, “o portão está todo certo assim. Fiz tudo que era necessário”.

O fazendeiro não prestou atenção a isso mas, erguendo seu machado, deu talhos e cortes no portão até ficar completamente inutilizado.

“Veja o que você fez!”, gritou o carpinteiro. “Você arruinou meu trabalho!” “Sim”, disse o fazendeiro, “e isso é exatamente o que você está tentando fazer.

Você está procurando anular a obra completa de Cristo com seus miseráveis acréscimos a ela!

Deus utilizou essa lição para mostrar ao carpinteiro seu engano, e esse foi levado a se lançar em fé sobre o que Cristo tem feito pelos pecadores. Leitor, você quer fazer o mesmo?

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

RESUMO HISTÓRICO da IPBEC


RESUMO HISTÓRICO


Por volta de 1955, missionários americanos começaram a visitar a região de Água Quente, logo encontrou apoio na pessoa do Sr. José Augusto, açougueiro recém mudado para a sede deste município.

Anos mais tarde chegara nesta região, para uma visita de 30 dias, o Seminarista Almir e pousa na casa do Sr. José Augusto, onde realiza o Primeiro Culto Presbiteriano aqui nesta Cidade; ambos percorrem montados em mulas povoados como: Abadia e Angico.

Com o desenvolvimento deste trabalho, o Sr. José Augusto e sua esposa Adelina – D. Diu – Fizeram profissão de Fé e foram batizados na Igreja Presbiteriana em Caetité, com o apoio daquela Igreja firmou-se o ponto de Pregação na casa do referido Sr. José Augusto, que tempos mais tarde foi eleito Presbítero em Caetité.

Por volta de 1962, o Sr. Altino da Silva Mendonça e sua esposa Cândida Bonfim Mafra, suas filhas – Ana Maria Silva Mendonça, Maria Silva Bonfim, Nazide Bonfim Mendonça, começara a estudar a Bíblia e logo passaram a realizar a Escola Bíblica Dominical em sua casa e assim se juntou com a família do Sr. José Augusto, em seguida veio da Igreja Católica a Srª. D. Otacília.

Primeiros pregadores:

®      Os Americanos;
®      Seminarista Almir;
®      Rev. Arnaldo – Pastor em Caetité;
®      Rev. Jaime – Primeiro Pastor Efetivo;
®      Rev. Davi;
®      Rev. João Cindra Rédua – 1980 a 1981;

Obs. Depois deste começo desbravador, a Igreja Presbiteriana de Água Quente, foi Organizada em 1° de Maio de 1980, montando assim o seu próprio Conselho, formado pelo Pastar e Presbíteros. Na época o Conselho foi constituído por:

§  Rev. João Cindra Rédua;
§  Pb. José Augusto;
§  Pb. Gonçalo oliveira santos;
§  Pb Milton da Silva Caires.
 
®   No ano de 1982, a igreja ficou sem Pastor, sendo assistida com os atos pastorais pelo Rev. Sebastião Augusto Lins da IPB em Guanambí;
®      Em 1983 foi assistida pelo Evangelista: Lúcio Ribeiro Santos;
®      De 1984 a 1985 foi pastoreada pelo Rev. João Cindra Rédua;
®      Em 1986 foi pastoreada pelo Rev. Franklin Jr.;
®      Em 1987 foi novamente pastoreada pelo Rev. João Cindra Rédua;
®      Em 1988 foi pastoreada pelo Rev. Josualdo Martins dos Anjos;
®      Em 1989 ficou sem pastor e foi assistida pela Missionária: Luzinete Caraíba, sendo que os atos pastorais eram realizados de três em três meses pelo Rev. João Cindra Rédua;
®      De 1990 a 1991 foi pastoreada pelo Rev. José Félix Filho;
®      De 1992 a 1994 retorna pela quinta vez o Rev. João Cindra Rédua;
®      De 1995 a 1996 foi pastoreada pelo Rev. Mariozan Fernandes Silva;
®      De 1997 a 2000 foi pastoreada pelo Rev. Marcos Antonio Mota;
®      Do dia 06 de Janeiro de 2001 até hoje está sendo pastoreada pelo Rev. Gilvan de Oliveira Silva.

Principais Doutrinas:

*  Com relação ao homem, a  Igreja Presbiteriana crer:

1 – Na Depravação total
2 – Na Eleição Incondicional
3 – Na Expiação Limitada
4 – Na Graça Eficaz
5 – Na Perseverança dos Santos

*  Com relação a Deus, a Igreja Presbiteriana crer:

1 – Na existência autônoma de Deus
2 – Na imutabilidade de Deus
3 – Na unidade de Deus

*  Com relação às Escrituras, a Igreja Presbiteriana crer:

1 – Na Inerrância das Escrituras
2 – Na Infalibilidade das Escrituras
3 – Na Suficiência das Escrituras

Sistema de governo
O sistema de governo da Igreja Presbiteriana é representativo, ou seja, a igreja é dirigida por um Conselho eleito pela Assembléia. Veja:

Presidente: Pastor
Vice: Presbítero
Secretário: Presbítero
Tesoureiro: Presbítero ou qualquer outro membro civilmente capaz
Membros: Demais Presbíteros.

A Igreja Presbiteriana de Érico Cardoso presta seus relatórios ao Presbitério Vale do Rio São Francisco, que faz parte do Sínodo Oeste da Bahia, que por sua vez está subordinado ao Supremo Concílio, órgão competente para administrar a Igreja Presbiteriana em todo o território brasileiro. 
Hoje a IPBEC é composta por 95 membros e está estruturada da seguinte forma:

Conselho:

ª  Presidente – Rev. Gilvan de Oliveira Silva
ª  Vice – Pb. Aparecido dos Santos Marques
ª  Secretário – Pb. José Roberto Cardoso Neves
ª  Membros:
§  Pb. Alberto Carlos Leão
§  Pb. Milton da Silva Caires
§  Pb. Ronaldo Moraes da Silva


Tesoureiro: Diac. Sidinei Cardoso Neves

Junta diaconal:

ª  Diac. Ronaldo Alves Lopes
ª  Diac. Sidinei Cardoso Neves
ª  Diac. Eibe Pereira Alcântara
ª  Diac. Ricardo Toshio Shirakawa

Sociedades Organizadas:

ª  SAF – Sociedade Auxiliadora Feminina
ª  UPH – União Presbiteriana de Homens
ª  UMP – União de Mocidade Presbiteriana
ª  UCP – União de Crianças Presbiteriana

Horários de Culto:

ª  Domingo às 9:00h – Escola Bíblica Dominical;
ª  Domingo às 19:30h – Culto Solene;
ª  Quata-feira às 19:30h – Estudo Doutrinário;
ª  Sexta-feira às 19:30h – Reunião de Oração.