Nestes últimos meses a mídia tem divulgado algumas notícias assustadoras sobre a vida em família. Pais que agridem filhos, filhos que atentam contra a vida dos próprios pais só porque estes são contra seu namoro; crianças de 11 anos freqüentando festinhas nada aconselháveis; adolescentes que ficam em rodas de “amigos” durante as madrugadas usando drogas e tendo relacionamentos sexuais promíscuos provocando uma gravidez fora de hora; jovens irresponsáveis que se embriagam nas festas e depois no volante colocam a vida em risco.
Qual a responsabilidade, influência ou participação do pai diante deste quadro caótico?
Uma pesquisa realizada pelo Departamento de Serviços Humanos e Social dos EUA, concluiu que um pai ausente e que não exerce influência positiva na vida de seus filhos produz o seguinte resultado:
1. Meninas têm 2,5 vezes mais propensão a engravidarem na adolescência e 53% mais chances de cometerem suicídio.
2. Meninos têm 63% mais chances de fugirem de casa e 37% mais chances de utilizarem drogas.
3. Meninos e meninas têm duas vezes mais chances de acabarem na cadeia.
Em outro estudo realizado por uma empresa americana chegou-se às seguintes conclusões:
1. 72% dos adolescentes assassinos cresceram sem a presença do pai.
2. A ausência do pai biológico duplica a probabilidades da criança repetir o ano escolar.
3. 80% das crianças, em idade pré-escolar, admitidas no Hospital Psiquiátrico de Nova Orleans com transtornos psiquiátricos vêm de lares sem o pai.
4. 60% dos estupradores da América cresceram sem seus pais.
Estes dados mostram de maneira muito contundente a importância da figura paterna na estrutura familiar. O pai é (ou pelo menos deveria ser) o líder em sua casa, pois um lar sem cabeça é um convite ao caos. A desordem provocada pela ausência do pai é muito pior do que quando uma nação está sem governo ou quando um exército está sem comando. Foi por excelentes razões que aprouve a Deus determinar ao pai a tarefa de governar sua família (confere Efésios 6.4).
Entretanto, em franca desobediência ao mandato social, muitos homens têm negligenciado a missão de dirigir o lar e de educar os filhos. Como pais, precisamos nos envolver mais na vida dos filhos, o bastante para garantir que nenhuma outra influência tenha proeminência. Se eles estão recebendo influência negativa de outras pessoas, é porque nós pais temos falhado em influenciá-los.
Rev. Gilvan de Oliveira Silva
Concordo plenamente. Hoje os pais de maneira geral estão perdidos, querm ser mais "amiguinhos" de seus filhos do que pais efetivamente. E para não se retrógrados, acabamos embarcando nessa mentalidade "furada".
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