A vida cristã
é uma experiência maravilhosa. Começa através de uma obra sobrenatural
realizada pela imerecida graça de Deus no coração e na vida de uma pessoa. O
Espírito de Deus aplica a obra de Cristo, na cruz, aos muitos que estão
espiritualmente mortos. Ele os regenera, levando-os a arrependerem-se do pecado
e a exercitarem a fé no Senhor Jesus Cristo. Isto se chama salvação, que é uma
obra gloriosa da graça e do Espírito de Deus.
Com frequência,
os novos convertidos indagam o que acontece após nascerem de novo e iniciarem a
vida cristã. Uma vez que Deus os salvou, Ele os deixa prosseguir motivados em
seus próprios recursos e nas obras de sua própria carne, para chegarem à
presença dEle, no céu? O apóstolo Paulo responde: Sois assim insensatos que,
tendo começado no Espírito, estejais, agora, vos aperfeiçoando na carne?. (Gl
3.3).
A vida cristã
começa pela graça, pela atividade do soberano Espírito de Deus, e deve ser
continuada da mesma maneira. Isto não significa que não existe qualquer atividade
da parte do crente. Pelo contrário, a Palavra de Deus afirma que os salvos
foram .criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão
preparou para que andássemos nelas. (Ef 2.10); e: .Desenvolvei a vossa salvação
com temor e tremor; porque Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o
realizar, segundo a sua boa vontade. (Fp 2.12-13 . nota: estes versículos, que
têm sido grosseiramente mal utilizados pelas seitas, não ensinam a salvação
pelas obras; antes, são dos muitos versículos que demonstram a completa
gratuidade da salvação). Além disso, os crentes são instruídos a crescerem na
graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. (2 Pe 3.18).
O que o
gracioso e amável Deus do céu concedeu aos crentes para ajudá-los a
desenvolverem sua salvação, fazerem as boas obras que Ele determinou e
crescerem na graça? Deus ofereceu-lhes coisas específicas a fim de obterem
esses resultados desejados; ofereceu-lhes o que os teólogos chamam de meios da
graça.. A seguir, consideraremos esses meios da graça e de crescimento.
Quando você
utiliza os meios da graça, percebe os resultados em sua própria vida:
crescimento espiritual, maturidade, alegria, santidade e semelhança a Cristo.
Se estas qualidades estiverem sendo praticadas em sua vida, haverá crescente
comunhão com Deus . o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Você será fortalecido e
encorajado a andar com Cristo. Receberá a força e o poder espiritual
necessários para vencer a tentação, o pecado e Satanás. Obterá ajuda
indescritível em cada aspecto da vida cristã.
O que significa a expressão “meios da graça”?
O Dicionário
Aurélio define a palavra .meio. como .recurso empregado para alcançar um
objetivo.. Por conseguinte, os meios da graça são os instrumentos pelos quais
Deus transmite bênçãos ao seu povo. O Catecismo de Westminster define a
expressão .meios da graça. como .os recursos visíveis e comuns pelos quais
Cristo transmite à sua igreja os benefícios de sua mediação [ou seja, de sua
morte]..
Ilustrando
isso, pense em uma mangueira de jardim. A mangueira não é especial em si mesma,
porem é o canal pelo qual flui a água que produz vida e refresca. O mesmo
acontece com os meios da graça. Em si mesmos, eles nada possuem de especial,
mas são os instrumentos ou os canais pelos quais fluem as bênçãos divinas que
outorgam vida e refrigeram a alma. Através dos meios da graça, Deus concede
força, paz, conforto, instrução, disciplina, orientação, alegria e muitas
outras coisas necessárias à vida cristã.
Ainda que a
expressão .meios da graça. não se encontre na Bí- blia, é uma designação
adequada para aquilo que está ali ensinado. Há dois tipos de meios da graça: os
particulares e os públicos. O restante desse artigo abordará os diferentes
aspectos de cada um desses tipos.
Quais os meios particulares da graça?
1-O primeiro destes é a leitura da Palavra de Deus.
Deus nos deu
um livro através do qual Ele fala conosco. Ele não mais se comunica com os
homens utilizando sua voz audível, como o fazia no passado. Agora Deus fala
através de seu Filho (Hb 1.1-4), que nos transmite sua palavra por meio das
Sagradas Escrituras, a Bíblia. Nas páginas das Escrituras, Ele manifesta sua
voz, capaz de despertar os mortos, outorgando-lhes vida.
A Bíblia foi
escrita por homens santos, enquanto Deus os inspirava e guiava, por intermédio
do Espírito Santo. É o perfeito tesouro de instruções e conhecimento
celestiais. Deus é o autor da Bíblia, a salva- ção é o seu objetivo, e a
verdade sem qualquer erro é o seu conteúdo. Ela nos ensina, principalmente, o
que precisamos crer a respeito de Deus e quais os deveres que Ele exige de nós.
A Bíblia revela os princípios pelos quais Ele nos julgará e demonstra o supremo
padrão pelo qual devem ser averiguados todos os comportamentos, credos e
opiniões dos homens. Por isso, J. C. Ryle escreveu:
Separe uma
parte de cada dia para ler e meditar alguma porção da Palavra de Deus. O pão de
ontem não alimentará o trabalhador de hoje; tampouco o pão de hoje nutrirá o
trabalhador de amanhã. Recolha seu maná a cada manhã. Escolha a ocasião e a
hora adequados. Não cochile ou se apresse enquanto lê. Dê à sua Bíblia o melhor
e não o pior de seu tempo. Leia toda a Bíblia, fazendo-o de maneira
sistemática. Receio que existem várias partes da Palavra de Deus que alguns
crentes nunca lêem. Dessa atitude resulta a falta de amplos e bem equilibrados
pontos de vista a respeito da verdade, uma falta tão comum em nossos dias.
Creio que um bom plano é ler o Antigo e o Novo Testamento ao mesmo tempo, do
começo até ao fim; e, depois, fazê-lo novamente. Leia a Bíblia com um espírito
de obediência e auto-aplicação. Assente-se para estudá-la com a determinação de
que você viverá pelas suas regras, confiará em suas afirmativas e se comportará
de acordo com seus mandamentos. A Bíblia mais lida é aquela mais praticada.
Ela é o
instrumento pelo qual Deus fala ao seu povo. Enquanto lêem a Bíblia, Deus
abençoa e fortalece os crentes com tudo que necessitam para seu viver diário.
2-O segundo meio particular da graça é a oração.
O que
significa oração? É um dos meios pelos quais o crente cultiva um vivificante
relacionamento com o Deus vivo. A oração é indispensável na devoção pessoal.
Envolve conversar e ter comunhão com Deus. Nesta comunhão, apresentamos a Deus
nossos desejos íntimos. A oração assemelha-se a conversar com Deus. face a
face.. O Antigo Testamento apresenta numerosos exemplos: Gênesis 18.23, ss.;
Êxodo 5.22, 6.1,10,12,28-30; Deuteronômio 3.23-26; Salmo 27.8. O Novo
Testamento apresenta um sumário da oração em Atos 13.1-2.
Pedir a Deus
as boas coisas que Ele tem prometido aos seus filhos é uma parte vital da
oração (Mt. 7.7,11; Lc 11.5-13; Cl 1.9-12; Tg 1.5-6). De acordo com Filipenses
4.6-7, a oração é uma chave para que o crente experimente a paz de Deus. Ela é
também um meio que facilita a nossa rendição à vontade de Deus (ver o exemplo
do Senhor Jesus em Mateus 26.39,42,44).
Existem
várias partes na oração. Ela pode incluir um ou mais destes aspectos: adoração
e louvor, ação de graças, confissão de pecados, súplica, intercessão e entrega
de nós mesmos a Deus.
De acordo com
Efésios 6.18 e Judas 20, a oração deve ser feita no Espírito. O Espírito Santo
é Aquele que ajuda o crente a orar. Ele testifica ao espírito do crente que ele
é filho de Deus, levando-o a clamar: .Aba, Pai. (Rm 8.15; Gl 4.6). O Espírito
Santo impulsiona o crente a orar, trazendo à sua mente as palavras e promessas
de Jesus. Ele também inflama nossos corações em benefício dos outros (Rm 10.1;
cf. 9.1-2). Portanto, quando você não sentir desejo de orar, peça ao Espírito
Santo que o ajude a envolver-se na oração.
Cristo
ofereceu ao seu povo um modelo para ajudá-los na oração. Em geral, tem sido
chamada de .Oração do Pai Nosso. e se encontra em Mateus 6.9-13 e Lucas 11.1-4.
Este modelo de oração não foi dado com o propósito de ser repetido, como um
ritual, quer em particular, quer em público. Recitar esta oração não remove
nossa obrigação de orar. Cristo a ensinou para que os crentes saibam como orar
adequadamente. Há seis petições nesta oração: as três primeiras estão
relacionadas às prioridades de Deus, as três últimas vinculam-se às nossas
necessidades. Nesta oração-modelo, o Senhor Jesus nos ensina que, antes de
suplicar por nossas necessidades, temos de orar pelas prioridades divinas.
3-O terceiro meio particular da graça é a meditação.
Após o crente
ter vindo à presença de Deus, através da leitura da Bíblia e pela oração, ele
se alimenta do que já recebeu por meio da meditação. Thomas Watson, um dos
Puritanos, disse: .A meditação é semelhante ao regar uma planta, faz aparecer
os frutos da graça..
A meditação é
para nossa alma o que a digestão é para o corpo. C. H. Spurgeon apresentou uma
excelente instrução, ao declarar: .Nossos corpos não sustentam-se apenas por
ingerir o alimento através da boca; mas o processo de digestão resulta em
músculos, nervos, tendões e ossos. Por meio da digestão, o alimento exterior é
assimilado pela vida interior. O mesmo acontece às nossas almas: elas são
nutridas não apenas por aquilo que ouvem aqui e acolá. Ler, ouvir, observar e
aprender tudo exige uma digestão interior; e a digestão interior da verdade
ocorre através de meditarmos nela..
A atitude do
salmista Davi foi: Meditarei nos teus preceitos e às tuas veredas terei
respeito. Terei prazer nos teus decretos; não me esquecerei da tua palavra. (Sl
119.15-16). Setecentos anos antes de Cristo nascer, Davi já sabia o valor da
meditação.
Quais são os meios públicos da graça?
1-Reunir-se para adoração é o primeiro destes meios.
Deus jamais
tencionou que o verdadeiro crente vivesse sozinho. Após a ascensão de Cristo,
os apóstolos saíram por todo o mundo implantando igrejas e estabelecendo
presbíteros em cada uma delas (At 14.23). Eles fizeram isto, para que os
crentes novos fossem fortalecidos, encorajados, guiados, instruídos e, acima de
tudo, adorassem a Deus juntos. Deus, e não os homens, ordenou que por
intermédio da reunião coletiva, para adoração, o crente recebesse bênção e
ajuda divina para os dias futuros. Reunido, o povo de Deus receberia não
somente a bênção dEle, mas também se fortaleceria mutuamente. Os cristãos
receberam a ordem de não abandonarem o reunirem-se para adoração pública (Hb
10.25).
Historicamente,
as igrejas cristãs sempre adoraram no domingo. Foi no primeiro dia da semana, o
domingo, que o Senhor Jesus ressuscitou dos mortos e assegurou a ruína do
domínio de Satanás. Cinqüenta dias após a ressurreição de Cristo, no
Pentecostes, novamente no primeiro dia da semana, o Espírito Santo veio sobre
os crentes para enchê-los de poder. Desde então, os cristãos se reúnem aos
domingos, o primeiro, o melhor e mais admirável dia da semana, para adorar o
primeiro, o melhor e mais admirável dos seres, o SENHOR Deus dos Exércitos e
seu Filho, Jesus Cristo (At 20.7; 1 Co 16.2).
Os elementos
da adoração pública são: leitura pública das Escrituras, acompanhada de pregação
e ensino; cantar salmos, hinos e cânticos espirituais; ofertas e orações. Na
leitura e exposição das Escrituras, Deus fala conosco; nos cânticos, ofertas e
orações, nós falamos com Ele. Ainda que esses dois elementos da adoração são
importantes, o mais relevante deles é a pregação da Palavra. Nossos pais
entenderam isto, quando escreveram:
O Espírito
torna a leitura (em especial, a pregação da Palavra) o meio eficaz de convencer
e converter os pecadores, edificando-os em santidade e conforto. (Breve Catecismo
de Westminster, pergunta 89)
2-O segundo meio público da graça são as ordenanças do evangelho.
Uma ordenança
é um costume e prática iniciada pelo Senhor Jesus Cristo, enquanto Ele esteve
na terra. Nas verdadeiras igrejas do Senhor Jesus, há apenas duas ordenanças: o
batismo e a ceia do Senhor.
O batismo é a
primeira ordenança instituída pelo Senhor Jesus Cristo, enquanto esteve entre
os homens. Ele ordenou que o batismo fosse realizado por seus apóstolos e
igrejas até ao fim do mundo (cf. Mt 28.18- 20). Uma pessoa que declara ser
crente e negligencia o batismo, a primeira ordenança de Cristo, não tem o
direito de chamar-se de cristão. O batismo deve ser realizado por completa
imersão na água, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
O batismo é
reservado somente para os crentes. Não é para pequenas crianças descrentes. Não
existe uma única instância de batismo infantil no Novo Testamento. O batismo
sempre foi aplicado àqueles que se arrependeram e creram e para aqueles que
foram convertidos e salvos (veja Atos 2.41; 18.8). Esta ordenança foi designada
a ser um testemunho para o mundo, a fim de demonstrar que somos seguidores de
Cristo e fortalecer nossa decisão de segui-Lo.
A ceia do
Senhor é a segunda ordenança instituída pelo Senhor Jesus, enquanto esteve na
terra. É o meio divinamente designado para fortalecer a fé exercida pelos
crentes. A ceia do Senhor não é um sacrifício oferecido a Deus, e sim apenas
uma comemoração daquela oferta que Cristo fez de si mesmo, uma vez por todas,
na cruz, em pagamento dos nossos pecados. Sempre que participamos da ceia do
Senhor, nós o fazemos em memória dEle (1 Co 11.24-26).
Os elementos
da ceia do Senhor, pão e vinho, são apenas símbolos. Cada elemento representa
um diferente aspecto do sacrifício de Cristo. O pão simboliza o corpo
traspassado e morto do Salvador, por causa de nossos pecados. O vinho
representa o sangue de Cristo que foi derramado a fim de purificar nossos
pecados. Não existe nada mágico no pão e no vinho. Eles não se alteram,
tornando-se literalmente o corpo e o sangue de Jesus; permanecem aquilo que
eles mesmos são.
Um cuidadoso
estudo das Escrituras demonstra as exigências para se participar da ceia do
Senhor. A pessoa tem de ser verdadeiramente convertida a Cristo, batizada,
alguém que está procurando andar de maneira agradável a Deus e membro de uma
das igrejas de Cristo. Devemos lembrar que esta ordenança não foi dada a
indivíduos, e sim a igrejas locais e seus membros.
3-Comunhão com irmãos e irmãs em Cristo é o terceiro meio público da
graça.
O povo de
Deus procede de todos os tipos de pessoas. Todavia, existe algo que os une: em
Cristo, eles são um! Cristo os amou com amor eterno e os atraiu com bondade.
Todos os obstáculos foram removidos ante à eleição, à redenção e ao salvífico
amor de Cristo (ver Ef 2.14-16).
Comunhão
significa .compartilhar juntos. ou .vida compartilhada ., especialmente quando
esta se relaciona aos outros crentes. Quando Cristo nos salvou, Ele não
tencionava que vivêssemos isolados. Ele nos destinou para sermos parte de uma
de suas igrejas e desfrutarmos comunhão com outros crentes (cf. At 2.41-42).
Uma das mais profundas verdades que compreendemos após a conversão é o vínculo
que temos com os verdadeiros crentes.
Comunhão não
significa reunir-se com outros crentes para falar sobre esportes, diversões,
clima, economia ou política, embora não exista qualquer prejuízo em fazermos
isso. Pelo contrário, comunhão é compartilhar, de coração, uns com os outros,
as coisas do Senhor Jesus e de sua Palavra. A singularidade da comunhão cristã
se encontra em sermos capazes de conversar e compartilhar, juntos, as alegrias,
a felicidade, as vitórias, os problemas, as tentações, as tristezas e as
bênçãos de nosso andar com Deus. Provérbios 27.17 afirma: .Como o ferro com o
ferro se afia, assim, o homem, ao seu amigo.. Desfrutar comunhão com irmãos e
irmãs em Cristo, em uma igreja local, é semelhante ao .ferro. afiando o
.ferro.; é o meio da graça que nos mantém espiritualmente saudáveis e
vigorosos.
4-O quarto meio público da graça é a oração coletiva (At 2.42).
As igrejas
primitivas não somente permaneciam na doutrina dos apóstolos, na ceia do Senhor
e na comunhão, também perseveravam na oração juntos. As reuniões da igreja, a
fim de orar, era um dos meios de levar as cargas uns dos outros e cumprir a lei
de Cristo (Gl 6.2). No livro de Atos, há diversos exemplos dos irmãos orando
juntos, na igreja primitiva. No dia de Pentecostes, o que os crentes estavam
fazendo? Orando (At 1.12-14; cf. 2.1). Através da oração coletiva, a igreja
contemplou o Senhor Deus libertando-a das mãos de seus inimigos (4.23- 33).
Pedro foi liberto da prisão porque os crentes estavam juntos em oração a favor
dele (12.5). A história das igrejas do Novo Testamento ilustra a bênção e a
necessidade de orarmos juntos.
Tudo o que é
verdadeiro a respeito da oração particular também é verdadeiro sobre a oração
pública, exceto que esta se realiza coletivamente. Se Deus está com seu povo e
individualmente os abençoa com sua presença, quanto mais isto acontece ao se reunir
a igreja para oração coletiva. Se Ele ouve e responde as orações de um crente,
quanto mais ouvirá e atenderá as orações de muitos? Um Puritano, David
Clarkson, disse: .A presença de Deus, desfrutada em oração particular,
assemelhase apenas a um regato, mas na oração coletiva torna-se como um rio que
alegra a cidade de Deus..
Um Pai
amoroso, sábio e gracioso, que habita nos céus, outorgou aos seus filhos estes
meios para o bem deles (cf. Dt 10.13). Ele não os deu a fim de colocar seus
filhos em escravidão a regras estabelecidas pelo homem, mas para abençoar,
fortalecer e encorajá-los. Os meios particulares da graça nos foram concedidos
para sustentar-nos em nossa vida cristã diária, em um mundo de atividades
cotidianas. Os meios públicos da graça são para nosso benefício, na igreja
local pertencente ao Senhor Jesus Cristo. Praticá-los agora resultará em
crescimento e frutificação de nossa vida cristã. Utilizar estes meios
designados por Deus redundará em glória para Ele, expansão de seu reino e nos
proporcionará retidão, paz e alegria.
Os cristãos
devem penetrar no mundo,
sem se tornar
parte dele.
John Blanchard
fonte: http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/122/Os_Meios_da_Graca
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